O QUE DEUS ESPERA DE MIM?



Texto: Miquéias 6:6-8

Introdução: Muitas pessoas pensam que apenas com religiosidade conseguem agradar a Deus e atrair sua benção. Acham que participar de cultos é o suficiente. Entretanto, o Senhor tem expectativas mais elevadas a nosso respeito. Nesse texto, Ele instrui o seu povo através do profeta Miqueias, especialmente no versículo 8.

  • “Que pratiques a justiça… ”

Isto nos fala de SANTIDADE: Normalmente a palavra justiça na Bíblia tem o sentido de santidade, ou seja, de nossa adequação aos padrões de Deus. Esta é a primeira coisa que Ele exige de nós, que não sejamos apenas religiosos , sem testemunho (como eram os fariseus), preocupados com rituais, mas cheios de comportamento pecaminosos. Se queremos agradar a Deus, temos que viver uma vida santa Ler: Mateus 23:27-28.

Pergunta: Você tem praticado a justiça. (“se adequado aos padrões de Deus)?

  • “Que ames a beneficência… ”

Isto nos fala de SERVIÇO: Beneficência ou benevolência tem o sentido de abençoar os outros de maneira prática.

Podemos fazer isso através da oração, do evangelismo, da consolidação, do discipulado e suprir as necessidades físicas, emocionais e espirituais de quem está à nossa volta. Não podemos dizer que amamos a Deus se não amamos as pessoas, e não dizer que amamos as pessoas se não estamos dispostos a investir nelas. – Ler -1 João 4:20 e Gálatas 6:9,10.

Pergunta: Nós temos feito o nosso serviço para abençoar as outras pessoas ?

  • “Que Andes humildemente diante do Senhor teu Deus. ”

Isto nos fala de RELACIONAMENTO COM ELE: Andar diante de Deus é ter uma vida de intimidade com Ele. A condição para isso é que tenhamos um coração quebrantado e humilde, que aceite sua palavra.

Não conseguiremos agradá-lo sem investir em práticas como a oração, a meditação na palavra e a adoração genuína – ler João 15:13- 15, Isaías 55:6 e João 14:6.

Pergunta: Quantos querem aproximar-se de Deus e comprometerem-se numa vida de obediência, serviço e relacionamento com Deus através de Jesus?

Encerrar, orando com todos!

Pr. Carlos Costa

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